Existem várias fases de nossas vidas, onde alguma coisa sai do controle ou alguma emergência nos pega desprevenido, ou seja, aquilo que não estava programado chega de repente. Muitas vezes essas surpresas envolvem a nossa vida financeira. É uma doença de família, é um carro quebrado, é uma despesa totalmente inesperada, enfim algo que o nosso bolso não estava esperando.

Uma saída coerente e eficaz é o crédito pessoal.  E existe uma gama de opções para sanar tais pendências, ou até mesmo para antecipar algo que era planejado apenas para o futuro.

O importante neste tipo de empréstimo é o real uso sobre ele. Pra que estamos fazendo? Pra que vamos usar? Irá ajudar em tudo que estamos precisando? Pois querendo ou não um empréstimo é uma dívida. Claro que levando em conta as altas taxas de juros de cartões de crédito, cheque especial, rotativos de grandes lojas, ele realmente conta com uma taxa menor, perdendo apenas para os créditos consignados, que tem taxas a partir de 0,99 dependendo da instituição.

O uso coerente deste tipo de crédito pode gerar a estabilidade financeira tão sonhada para aquele determinado consumidor, pois a sua finalidade, o seu pensamento é justamente esse, reabilitar a saúde financeira, sem cair em tentação de apenas consumir.

Hoje o Brasil é considerado um dos países que mais tem pessoas contratando empréstimos, sejam eles pessoais ou consignados.

De uma maneira ou outra, o crédito pode vir em boa hora, e trazer aquilo que necessitamos no momento. Lembrando sempre que o uso deste dinheiro deve ser viabilizado para um determinado fim, e não a modo de apenas ter dinheiro no bolso.

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